Mais uma oportunidade de fazer mestrado na Europa em, pelo menos, dois países diferentes pelo programa Erasmus Mundus Joint Masters Degrees! O mestrado em economia na Europa, EPOG-JM (Economic Policies for the Global bifurcation) recebe inscrições até 29 de janeiro e oferece bolsas integrais.
O Mestrado em economia na Europa visa repensar competências da macroeconomia, inovação e desenvolvimento econômico através das lentes da transição ecológica necessária para que possamos viver em economias com baixas emissões de carbono.
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O mestrado em economia na Europa do Erasmus
O mestrado em Economic Policies for the Global bifurcation é resultado de uma parceria entre diferentes universidades:
- Sorbonne (França)
- Berlin School of Economics and Law (Alemanha)
- University of the Witwatersrand (África do Sul)
- University of Geneva
- Università degli Studi Roma Tre (Itália)
- Università degli studi di Torino (Itália)
- Vienna University of Economics and Business (Áustria)
Todos os alunos devem estudar em pelo menos duas universidades, de acordo com as regras gerais de mobilidade do programa.
O curso oferece uma ampla gama de áreas de especialização, organizadas em três Majors e diversos Minors que abordam os desafios contemporâneos nas interseções entre economia, sociedade, tecnologia e sustentabilidade.
O Major A foca em inovação, economia digital e a bifurcação sociotécnica, explorando as transformações tecnológicas e seus impactos sociais. O Major B concentra-se em macroeconomia, finanças e a bifurcação socioeconômica, com Minors que aprofundam temas como macroeconomia internacional, governança e sustentabilidade (B1), economia socioeconômica e ecológica (B2), e economia política, capitalismo e sustentabilidade (B3).
Já o Major C trata do desenvolvimento sustentável e a bifurcação socioecológica, com Minors que investigam tecnologia e desenvolvimento sustentável (C1), macroeconomia internacional e sustentabilidade (C2), economia socioecológica e políticas públicas (C3), além de questões de desenvolvimento sustentável no Sul Global (C4).
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Candidatura ao mestrado em economia na Europa
Para concorrer às vagas mestrado em direito e economia do Erasmus, é preciso ter graduação em economia. Os candidatos também precisam comprovar que tem conhecimento da língua inglesa - idioma oficial do curso e ter proficiência nos outros idiomas conta pontos mas não é obrigatório.
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A seleção é baseada em quatro critérios: qualidade da carreira universitária; qualidade da carta de motivação e recomendação; afinidade dos estudos anteriores e proficiência em inglês e outros idiomas do curso.
Para se candidatar, é preciso preencher o formulário online e enviar a documentação abaixo:
- Diploma de graduação e histórico acadêmico traduzidos e apostilados;
- CV;
- Carta de motivação;
- Cartas de recomendação;
- Comprovante de residência;
- Certificado de proficiência em inglês válido
- Certificado de proficiência o idioma das universidades parceiras (não é obrigatório, mas conta pontos)
O mestrado em economia na Europa vale a pena?
Em fevereiro de 2018, conversamos com a Luisa, ela é formada em Economia na UFRJ e é bolsista do programa EPOG. O mestrado da Luisa foca em Macroeconomia e Desenvolvimento. O primeiro semestre foi em Berlim, na Hochschule fur Wirtschaft und Recht Berlin, o segundo semestre foi em Joanesburgo, na Wits University, o terceiro semestre na Université Paris 13 (que é a universidade sede do programa)
Quanto custa o mestrado em Economia na Europa?
O curso de mestrado em economia na Europa tem bolsas generosas do programa Erasmus Mundus que cobrem tuition, custo de vida, passagem e seguro saúde.
Mas vale lembrar que este curso oferece uma vantagem em comparação com outros cursos Erasmus Mundus de mestrado: As taxas de matrícula para o programa de dois anos EPOG-JM Erasmus Mundus Joint Master são reduzidas para cerca de 1000 euros por ano (600 euros/ano + aproximadamente 400–500 euros/ano para o seguro de saúde e acidentes, atendendo aos requisitos mínimos da Comissão Europeia).
Essa redução é aplicável a estudantes com uma renda pessoal inferior a 26.400 euros/ano (incluindo bolsas esperadas ou outras fontes de renda pessoal durante os estudos no EPOG+). Vale destacar que o suporte financeiro dos pais ou o uso de poupanças pessoais não são considerados como renda pessoal do estudante. Essas regras refletem a política social que o consórcio deseja implementar: embora o programa EPOG precise de recursos para operar, a educação é vista como um bem comum que não deve ser mercantilizado.
A maioria dos estudantes matriculados no programa, que não recebem bolsa Erasmus Mundus, terá acesso à bolsa de mobilidade Erasmus no segundo ano (exceto aqueles no Minor C4 ou matriculados no programa de um ano).
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